| | | | | Tão perto e tão longe |  | (Imagem: The Art Newspaper | Reprodução) |
| Aquela história de que “a distância não significa nada quando a conexão é verdadeira”, pode explicar essa situação aqui… | Separados fisicamente — por um oceano e pela Segunda Guerra Mundial — esses dois artistas que marcaram a arte moderna, se conheceram em Paris em 1928 e mantiveram uma amizade que gerou um dos diálogos artísticos mais interessantes da história.👥🔗🌐 | 🪶 O escultor norte-americano Alexander Calder, conhecido por suas esculturas em metal e móbiles suspensos, reflete leveza em suas obras; | 🗿 E o artista surrealista espanhol Joan Miró, apresenta uma maior brutalidade com um uso de formas orgânicas, linhas precisas e cores vivas. | Ainda que transmitindo sensações opostas, os dois se inspiravam em princípios bem similares. | E sabe o mais bizarro? Eles criaram um conjunto de obras na mesma época e com o mesmo nome — Constelações 🌌 —, concebidos de maneira totalmente independente. As imagens aqui de cima mostram parte dessas séries. | Inclusive, em 1936, o jornal The New York World-Telegram descrevia os móbiles de Calder como “abstrações de Miró vivas”. |
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| Essa é a maior prova do alinhamento entre eles. | 🎨 E agora essa amizade e a genialidade de ambos pode ser vista de pertinho na exposição Calder + Miró que reúne cerca de 150 peças dessa dupla ocupando quase todos os espaços expositivos do Instituto Tomie Ohtake. | | 📌 Instituo Tomie Ohtake | Rua Coropé, 88 - Pinheiros, SP ⏰ ter. a dom. 11:00 - 19:00 seg. fechado 💲 entrada gratuita take note: a exposição fica em cartaz até dia 15 de setembro. |
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